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Modelo por profissão

Modelo de currículo de enfermeiro com as palavras-chave que hospitais buscam

Antes de chegar ao RH do hospital, seu currículo passa pelo ATS — o robô que filtra currículos antes de um humano ler. O sistema pode priorizar ou excluir candidaturas pelos requisitos e palavras-chave definidos pela empresa. Em enfermagem, isso significa: o sistema procura COREN ativo, o setor exato (UTI, pronto-socorro, clínica médica), protocolos como SAE e certificações como BLS e ACLS. Se essas palavras não estão escritas no seu currículo, você é descartado antes de qualquer entrevista — mesmo tendo a experiência certa.

É por isso que modelos genéricos de internet falham: são traduzidos de templates internacionais que não conhecem COREN, NR-32, ESF nem os prontuários eletrônicos usados nos hospitais brasileiros (Tasy, MV). Preencher um modelo feito para outra profissão deixa de fora exatamente os termos que o robô busca.

O Curriculol não entrega um arquivo para copiar: a IA conversa com você, entende sua formação, seus plantões e setores, e gera um currículo de enfermagem personalizado, com as palavras-chave da sua área, estrutura que passa nos filtros ATS e saída em PDF. Comece pelo passo grátis: envie o currículo que você já tem e veja em segundos o score ATS e as palavras-chave que faltam. Não é necessário cartão de crédito.

Palavras-chave que o ATS procura

  • COREN ativo
  • SAE (sistematização da assistência de enfermagem)
  • administração de medicamentos
  • punção venosa
  • curativos
  • verificação de sinais vitais
  • UTI / CTI
  • urgência e emergência
  • ventilação mecânica
  • prontuário eletrônico (Tasy, MV)
  • NR-32
  • BLS (suporte básico de vida)
  • ACLS
  • CME (central de material esterilizado)
  • atenção primária / ESF
  • imunização e vacinação
  • biossegurança
  • humanização do atendimento

Competências

  • Sistematização da assistência de enfermagem (SAE)
  • Administração de medicamentos e cálculo de dosagem
  • Punção venosa e curativos
  • Monitorização de sinais vitais
  • Atendimento de urgência e emergência
  • Cuidados intensivos (UTI/CTI)
  • Prontuário eletrônico (Tasy, MV)
  • Biossegurança e NR-32
  • Imunização e vacinação
  • Trabalho em equipe multiprofissional

Erros comuns

  • Omitir o número e a situação do COREN: hospitais filtram por registro ativo logo na triagem, e currículo sem COREN visível é descartado antes de qualquer contato.
  • Escrever "experiência hospitalar" sem citar o setor (UTI, pronto-socorro, clínica médica) nem o porte do hospital — o ATS busca o setor exato que está na vaga.
  • Descrever plantões sem números: quantos leitos, quantos pacientes por plantão de 12 horas, quais protocolos (SAE, Manchester) foram aplicados.
  • Não citar o prontuário eletrônico que já usou (Tasy, MV) — palavra-chave eliminatória em hospitais de médio e grande porte.
  • Recém-formado que esconde estágio supervisionado e ligas acadêmicas por achar que "não conta" — conta, e é o que preenche a seção de experiência.
  • Listar BLS e ACLS sem informar a validade, ou deixar certificações vencidas sem data — o recrutador assume o pior cenário.

Exemplos de bullets que pontuam

  • Enfermeira assistencial em UTI adulto de 20 leitos, responsável pela SAE de 8 a 10 pacientes por plantão de 12 horas.
  • Redução de 30% nas não conformidades de registro após implantação de checklist no prontuário eletrônico (Tasy) do setor.
  • Atuação em pronto-socorro com média de 60 atendimentos por plantão, incluindo classificação de risco pelo Protocolo de Manchester.
  • Certificações BLS e ACLS vigentes; treinamento de 15 técnicos de enfermagem em punção venosa e curativos de alta complexidade.
  • Coordenação de campanha de imunização na atenção primária (ESF) com cobertura vacinal de 95% no território adscrito.
  • Gestão de CME: redução de 20% no retrabalho de esterilização após revisão dos fluxos de biossegurança conforme NR-32.

Perguntas frequentes

O que colocar no currículo de enfermagem recém-formado?

Comece pelo estágio supervisionado: setor, instituição e procedimentos realizados contam como experiência. Some ligas acadêmicas, projetos de extensão e certificações como BLS. Inclua o COREN (mesmo provisório) no cabeçalho e use as palavras-chave da vaga, como SAE e verificação de sinais vitais. Currículo de recém-formado não é currículo vazio — é currículo mal traduzido.

Preciso colocar o número do COREN no currículo?

Sim. Número, estado e situação (ativo) logo no cabeçalho, perto do nome e do contato. Hospitais filtram por registro ativo já na triagem — currículo de enfermagem sem COREN visível costuma ser descartado pelo ATS ou pelo RH antes de qualquer entrevista.

Como descrever plantões e setores (UTI, PS, clínica) no currículo?

Com números e nomes exatos. Escreva o setor como a vaga escreve (UTI adulto, pronto-socorro, clínica médica), o porte do hospital (número de leitos), a carga (pacientes por plantão de 12 horas) e os protocolos usados (SAE, Manchester). "Experiência hospitalar" genérica não passa no filtro; "UTI adulto de 20 leitos, SAE de 10 pacientes por plantão" passa.